Sabe aquelas cenourinhas, uma das poucas opções saudáveis nas redes de fast food? Aquelas que você também encontra nos supermercados, mas em embalagens pouco atraentes? Pois a Crispin Porter + Bogusky está envolvida em uma campanha de USD 25 milhões nos EUA para deixar as tais cenouras com um ar “cool”. Como? Fazendo com que se pareçam com junk food. Ideias para isso incluem embalagens com cara de Doritos, vendas através de vending machines, outdoors irreverentes e comerciais em que as cenourinhas são vistas como algo futurista e até mesmo sexy.
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Sem cara de saudável.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010Crianças sofrem mais acidentes em casa do que na rua.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Uma pesquisa feita em cinco capitais brasileiras revela que 52% das mães acreditam que os filhos correm mais risco de sofrer um acidente nas ruas. Mas a verdade é outra: a casa é mais perigosa para crianças e adolescentes de até 14 anos. Confira nessa matéria do Fantástico.
Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças.
domingo, 29 de agosto de 2010Pelo segundo ano consecutivo, a ONG Criança Segura promove no dia 30 de agosto o Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças para ampliar a discussão sobre o tema. Algumas organizações, instituições e movimentos já aderiram e estão fazendo a sua parte. Você também pode ajudar. Uma maneira muito simples é divulgar para todos os pais amigos as dicas de prevenção do Angelino.
Ministério Público quer caderinhas em vans e táxis.
domingo, 29 de agosto de 2010O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ontem uma ação civil pública, com pedido de liminar, para que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) seja obrigado a regulamentar, ainda que de forma educativa e temporária, o uso de cadeirinhas no transporte escolar e em táxis. Esses veículos ficaram de fora da resolução que obriga a instalação de dispositivos de segurança para crianças de até 7 anos e meio e entra em vigor no dia 1º.
Agora é pra valer. Crianças no carro, só de cadeirinha.
domingo, 29 de agosto de 2010
A lei que regulamenta o uso de cadeirinhas adequadas para a idade e altura da criança entra em vigor na próxima quarta-feira (1º) quando CET e Polícia Militar iniciam a fiscalização. A multa é de R$ 191,54, com sete pontos na carteira.
A CET informou que os 2.450 agentes de trânsito foram treinados para observar se as crianças estão dispostas no banco traseiro e de acordo com as regras estabelecidas na resolução. Eles serão obrigados a descrever no auto de infração a situação: “criança no colo de adulto” ou “criança pequena/grande para a cadeirinha”, por exemplo.
No caso de motocicletas, motonetas e ciclomotores, o Código de Trânsito Brasileiro estabelece que somente poderão ser transportadas nesses veículos crianças a partir de sete anos de idade e que possuam condições de cuidar de sua própria segurança.
Essas regras não se aplicam aos veículos de transporte coletivo, aos de aluguel, aos táxis, aos veículos escolares e aos demais veículos com peso bruto total superior a 3,5 toneladas.
Dados do Insurance Institute for Highway Safety -instituto norte-americano para segurança no trânsito – indicam que crianças colocadas em cadeirinhas do tipo bebê-conforto atadas ao cinto têm 80% menos risco de sofrer lesões em caso de acidente. Crianças de 2 a 6 anos em cadeirinhas tem propensão 28% menor de terem ferimentos fatais do que as que usam apenas cinto de segurança. Entre 4 e 8 anos, crianças instaladas em boosters – assentos elevados – têm 45% menos risco de ficarem feridas do que as que usam apenas cintos de segurança.
Para aprender como transportar corretamente crianças nos carros, faça aqui uma aula virtual no site da Criança Segura.
Educação para o consumo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010Uma pesquisa com 600 crianças e adolescentes mostra que a publicidade tem função pedagógica – e prova que a garotada vê comerciais com um inteligente ceticismo.
A revista Veja publicou os resultados da pesquisa sobre televisão e comportamento realizada pela Turner International do Brasil, responsável pelo canal pago infantil Cartoon Network. A pesquisa recrutou mais de 600 crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos, além de 20 mães de crianças entre 9 e 11 anos, e desmonta preconceitos bem estabelecidos sobre a relação da garotada com a televisão. A ficção conspiratória da criança manipulável, que se deixa conduzir pela “propaganda enganosa”, cai por terra: revelou-se, na verdade, que a meninada desconfia, e muito, das qualidades atribuídas aos brinquedos pela propaganda. “É uma galera mais esperta do que até seus pais imaginam”, diz a publicitária Renata Policicio, coordenadora do levantamento. (mais…)
A propaganda que educa.
domingo, 22 de agosto de 2010Quem hoje é pai ou mãe deve se lembrar de um comercial de TV, em que crianças tentavam hipnotizar os telespectadores com o mantra “Compre Batom. Compre Batom”, a fim de persuadir os adultos a comprar os famosos tubinhos de chocolate.
Um outro comercial ia além na apelação: uma menina mostrava uma tesourinha da turma da Disney e esnobava toda a audiência infantil repetindo a frase provocativa “Eu tenho, você não tem”.
Embora divertidas, propagandas como essas não têm mais espaço nos veículos de comunicação. Assim como a clássica O Primeiro Sutiã, da Valisère, em que uma pré-adolescente vivia a sua primeira experiência com o acessório íntimo.
A sociedade evoluiu e por isso cresceu a preocupação com o consumo consciente, com a obesidade, a violência e a sensualidade infantil. Quem controla essa atividade é o CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) e todo cidadão pode denunciar os possíveis abusos de agências e anunciantes. Mas quem controla os abusos de consumidores e instituições que lutam pela censura e pela proibição total da propaganda para crianças? A própria classe publicitária está dividida. Recentemente, um respeitado publicitário americano chegou a propor uma premiação especial no festival de Cannes para anunciantes que deixarem de anunciar para crianças. A alegação mais defendida é que os pequenos não possuem ainda o discernimento necessário para distinguir o que é bom ou ruim e acabam iludidos pela comunicação, que os estimula a encher o saco dos pais para que comprem produtos supérfluos ou nocivos.
Felizmente, o time do bom-senso ganhou um importante reforço com a recente pesquisa sobre televisão e comportamento, realizada pela Turner International do Brasil com 600 crianças e adolescentes, além de 20 mães, publicada na revista Veja.
A pesquisa derruba o mito da criança manipulável e prova que os filhos são mais espertos do que os pais imaginam. Não só conseguem distinguir a ficção da realidade, como possuem uma visão bastante crítica, duvidando de celebridades e de algumas proclamadas virtudes dos produtos. Mas a conclusão mais valiosa é a de que o intervalo comercial propicia o início de um valioso processo pedagógico, incentivando o diálogo e gerando uma rica interação entre pais e filhos. As crianças hoje pesquisam mais sobre os produtos e recolhem informações e argumentos para negociar com os pais, que, por sua vez, devem fazer a sua parte, contestando exageros, fixando limites e ensinando que os recursos familiares são finitos.
É esse ponto de equilíbrio entre liberdade e responsabilidade que deve pautar a relação entre anunciantes e consumidores, sejam eles mirins ou não. Nos meus trinta e poucos anos de profissão, já vi muitos produtos bons e saudáveis serem vendidos para os pais a pedido das crianças. Assim como já vi muitas marcas desaparecerem do mercado por não sustentarem suas promessas. Caberá sempre aos consumidores julgar. E se depender da propaganda, eles estarão preparados cada vez mais cedo.
Dia Nacional de Prevenção de Acidentes com Crianças.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças: mobilizando pessoas e instituições em benefício desta causa
Os acidentes são a principal causa de morte de crianças e adolescentes de 1 a 14 anos no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, todos os anos, cerca de 5.300 crianças e adolescentes até 14 anos morrem e 137 mil em média são hospitalizadas vítimas de acidentes de trânsito, afogamentos, sufocações, queimaduras, quedas, intoxicações e outras lesões. Estes acidentes ocorrem devido à falta de cultura de prevenção, informação, cuidados no dia a dia, ausência de ambientes adequados à criança e leis específicas. Estudos americanos comprovam que 90% desses acidentes podem ser evitados com medidas simples e importantes de prevenção.
Para trazer esse alerta e reduzir o número de mortes e internações de crianças vítimas destas lesões, a ONG CRIANÇA SEGURA criou o “Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças”. A campanha, que será lembrada no dia 30 de agosto, tem como objetivo mobilizar instituições e pessoas para que desenvolvam ações de prevenção de acidentes e façam da causa uma temática importante a ser considerada.
Essa é uma iniciativa nacional e uma oportunidade de tornar esta bandeira mais forte e visível para conscientizar a comunidade dos riscos dos acidentes com crianças; propor e pedir aos gestores públicos medidas de prevenção; trazer o alerta à população para esse problema; conseguir a adesão da mídia e de outros formadores de opinião para o assunto.
Como participar? Qualquer pessoa ou instituição pode aderir à campanha e desenvolver ações de alerta público, de mobilização ou de proposição para uma política pública relacionada à causa. Algumas escolas vão realizar atividades educativas com as crianças em sala de aula. Organizações da sociedade civil vão fazer apresentações teatrais sobre prevenção de acidentes domésticos para comunidades. Órgãos públicos vão reforçar as informações sobre a segurança das crianças como passageiras de veículos. Pais e mães vão multiplicar a mensagem para amigos, além de continuar adequando o ambiente e cuidando dos seus filhos para prevenir os riscos. Vale a criatividade, o interesse e o senso de cidadania para desenvolver ações que se adéquem às diversidades locais e possam transformar essa realidade.
A CRIANÇA SEGURA é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que tem como missão promover a prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos. Ela pede aos que tiverem uma proposta de ação que enviem um breve relato da atividade com algum registro visual de foto ou vídeo. Essas informações serão divulgadas na rede social www.crianca-segura.ning.com e no relatório de atividades da instituição. Mais informações no site www.criancasegura.org.br
Os perigos da cozinha.
quinta-feira, 29 de julho de 2010Cozinha não é lugar para crianças pequenas, principalmente durante o preparo das refeições. Mantenha a porta fechada ou coloque cercas apropriadas para bloquear o acesso.
Caso o adulto esteja sozinho com a criança em casa e precise cozinhar, o mais indicado é utilizar cercadinhos, de preferência fora da cozinha.
Adquira o hábito de cozinhar utilizando as bocas de trás do fogão, sempre com os cabos das panelas e frigideiras voltados para dentro. Isso evita que as crianças alcancem e o conteúdo quente caia sobre elas.
A partir dos 10 anos, já é possível ensinar para as crianças os perigos da cozinha e também a fazerem suas primeiras experiências culinárias (amassar ou espremer uma fruta, por exemplo). E depois dos doze, deixe as crianças soltarem a imaginação na cozinha e revelar seus dotes, mas sempre com a supervisão de um adulto responsável.
Fale com seus filhos.
segunda-feira, 26 de julho de 2010Hoje em dia os pais estão bastante preocupados em como devem falar, dialogar, conversar com seus filhos. Com tantas informações sobre educação, muitas vezes acabam perdendo-se em meio a isso tudo, confundindo-se ainda mais e não sabendo como agir.
Falar com os filhos é muito importante, em todas as idades.
Para o bebê, a fala da mãe acalma, conforta e traz contato com a realidade. O recém-nascido pode não perceber a significação das frases, mas captará o essencial da mensagem, através do afeto que lhe é transmitido e a partir disso será possível que adquira a sua própria fala.
Quando começa a falar, a criança continua demandando que se fale com ela . Para que haja um diálogo fecundo, os pais precisam convencer-se de que a criança compreenderá o que está sendo dito, de sua maneira, de acordo com a sua idade.
É inútil fazer longos discursos sobre um assunto. Ao contrário, empregar poucas palavras pronunciando-as claramente faz muito mais efeito. E é claro que muitas vezes é preciso que se fale inúmeras vezes sobre o mesmo tema, até que a criança internalize o que foi dito.
As palavras que são ditas são importantes, mas o afeto que é colocado na sua fala é fundamental. A força da palavra não reside no sentido da mesma, mas na maneira em que é dita. Olhar nos olhos da criança ( isso vale para falar algo a ela, mas também na hora de ouvi-la) falando verdadeiramente faz muito bem ao filho, sendo uma das formas de demonstrar o amor que sente, mesmo que o que esteja sendo dito não lhe agrade, como uma bronca ou imposição.
Aliás, a fala mostra que os pais, ou responsáveis pela criança, estão presentes em sua vida. Seja conversando ou dizendo-lhe não, a presença que emana das palavras é o que fica como registro.
Enfim, as palavras permanecem sendo o maior elo de ligação entre pais e filhos, funcionando como um excelente apaziguador para momentos difíceis da vida.


