Arquivo da Categoria ‘Diversão’

Sem cara de saudável.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

junk foodSabe aquelas cenourinhas, uma das poucas opções saudáveis nas redes de fast food? Aquelas que você também encontra nos supermercados, mas em embalagens pouco atraentes? Pois a Crispin Porter + Bogusky está envolvida em uma campanha de USD 25 milhões nos EUA para deixar as tais cenouras com um ar “cool”. Como? Fazendo com que se pareçam com junk food. Ideias para isso incluem embalagens com cara de Doritos, vendas através de vending machines, outdoors irreverentes e comerciais em que as cenourinhas são vistas como algo futurista e até mesmo sexy.

Crianças sofrem mais acidentes em casa do que na rua.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Acidentes domésticosUma pesquisa feita em cinco capitais brasileiras revela que 52% das mães acreditam que os filhos correm mais risco de sofrer um acidente nas ruas. Mas a verdade é outra: a casa é mais perigosa para crianças e adolescentes de até 14 anos. Confira nessa matéria do Fantástico.


Educação para o consumo.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Uma pesquisa com 600 crianças e adolescentes mostra que a publicidade tem função pedagógica – e prova que a garotada vê comerciais com um inteligente ceticismo.

Educação para o ConsumoA revista Veja publicou os resultados da pesquisa sobre televisão e comportamento realizada pela Turner International do Brasil, responsável pelo canal pago infantil Cartoon Network. A pesquisa recrutou mais de 600 crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos, além de 20 mães de crianças entre 9 e 11 anos, e desmonta preconceitos bem estabelecidos sobre a relação da garotada com a televisão. A ficção conspiratória da criança manipulável, que se deixa conduzir pela “propaganda enganosa”, cai por terra: revelou-se, na verdade, que a meninada desconfia, e muito, das qualidades atribuídas aos brinquedos pela propaganda. “É uma galera mais esperta do que até seus pais imaginam”, diz a publicitária Renata Policicio, coordenadora do levantamento. (mais…)

A propaganda que educa.

domingo, 22 de agosto de 2010

Quem hoje é pai ou mãe deve se lembrar de um comercial de TV, em que crianças tentavam hipnotizar os telespectadores com o mantra “Compre Batom. Compre Batom”, a fim de persuadir os adultos a comprar os famosos tubinhos de chocolate.

Um outro comercial ia além na apelação: uma menina mostrava uma tesourinha da turma da Disney e esnobava toda a audiência infantil repetindo a frase provocativa “Eu tenho, você não tem”.

Embora divertidas, propagandas como essas não têm mais espaço nos veículos de comunicação. Assim como a clássica O Primeiro Sutiã, da Valisère, em que uma pré-adolescente vivia a sua primeira experiência com o acessório íntimo.

A sociedade evoluiu e por isso cresceu a preocupação com o consumo consciente, com a obesidade,  a violência e a sensualidade infantil. Quem controla essa atividade é o CONAR (Conselho de Autorregulamentação Publicitária) e todo cidadão pode denunciar os possíveis abusos de agências e anunciantes. Mas quem controla os abusos de consumidores e instituições que lutam pela censura e pela proibição total da propaganda para crianças? A própria classe publicitária está dividida. Recentemente, um respeitado publicitário americano chegou a propor uma premiação especial no festival de Cannes para anunciantes que deixarem de anunciar para crianças. A alegação mais defendida é que os pequenos não possuem ainda o discernimento necessário para distinguir o que é bom ou ruim e acabam iludidos pela comunicação, que os estimula a encher o saco dos pais para que comprem produtos supérfluos ou nocivos.

Felizmente, o time do bom-senso ganhou um importante reforço com a recente pesquisa sobre televisão e comportamento, realizada pela Turner International do Brasil com 600 crianças e adolescentes, além de 20 mães, publicada na revista Veja.

A pesquisa derruba o mito da criança manipulável e prova que os filhos são mais espertos do que os pais imaginam. Não só conseguem distinguir a ficção da realidade, como possuem uma visão bastante crítica, duvidando de celebridades e de algumas proclamadas virtudes dos produtos. Mas a conclusão mais valiosa é a de que o intervalo comercial propicia o início de um valioso processo pedagógico, incentivando o diálogo e gerando uma rica interação entre pais e filhos. As crianças hoje pesquisam mais sobre os produtos e recolhem informações e argumentos para negociar com os pais, que, por sua vez, devem fazer a sua parte, contestando exageros, fixando limites e ensinando que os recursos familiares são finitos.

É esse ponto de equilíbrio entre liberdade e responsabilidade que deve pautar a relação entre anunciantes e consumidores, sejam eles mirins ou não. Nos meus trinta e poucos anos de profissão, já vi muitos produtos bons e saudáveis serem vendidos para os pais a pedido das crianças. Assim como já vi muitas marcas desaparecerem do mercado por não sustentarem suas promessas. Caberá sempre aos consumidores julgar. E se depender da propaganda, eles estarão preparados cada vez mais cedo.

Crianças que praticam exercícios dormem melhor.

domingo, 22 de agosto de 2010

Criança dormindoCrianças que se exercitam mais durante o dia dormem melhor e mais rápido durante a noite, segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Monash, da Austrália, e pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. O estudo, que observou o sono de 519 crianças de sete anos, constatou que para cada hora que os pequenos passam sentados, eles precisam de três minutos a mais para pegar no sono. “Este estudo enfatiza a importância das atividades físicas para as crianças, não só para controlar o peso ou por fazer bem ao coração, mas também para auxiliar no sono”, disseram os cientistas. Confira matéria completa.

Esfirrinha de queijo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Nós que temos filhos,  sempre ouvimos das crianças aquela frase que nos é familiar: “Mãe, to com fome! “ E você cai na besteira de perguntar: “O que vc quer comer? Quer uma fruta?” Daí ouvimos mais ou menos assim:  “Não…não to com fome de fruta! Queria uma coisa gostosa!” Para essas horas, tenho uma sugestão saudável, fácil de fazer e o mais importante na opinião dos pequenos: deliciosa!!!  Agora, se você está frustrada pensando: nunca ouço meu filho dizer que está com fome, sempre é uma dificuldade oferecer um alimento saudável que ele aceite, essa sugestão vale pra você também.

A sugestão é Esfirrinha de queijo! Parece aquelas de fest food, que encontramos no shoppings, só que com uma diferença importantíssima: essas serão feitas por você e com a ajuda do seu filhote, com ingredientes de qualidade, no aconchego da sua cozinha.

Lembre-se sempre que um adulto deve levar para assar. Criança perto de fogão, nem pensar!

Receita:

Esfirra de queijosfirra de queijo

Primeiro separe os ingredientes da massa:

• 200 gramas de farinha de trigo

• 70 ml de leite

• 30 ml de óleo

• 1 colher (café) de sal

• 1 colher (café) de açúcar

• 1 colher (café) de fermento biológico

Modo de Preparo:

Em uma vasilha, coloque o fermento, o sal e o açúcar. Vá mexendo até que tudo se dissolva formando uma pastinha. Agora acrescente o óleo e o leite. Misture novamente e vá acrescentando a  farinha e amassando  até que ela não grude mais nas mãos. Cubra a massa com um plástico e deixe descansar até dobrar de volume.

Enquanto a massa descansa, vamos preparar o recheio?

Ingredientes do Recheio:

• 150 gramas de queijo branco amassado

• 2 colheres de salsinha e cebolinha picadas

• 2 colheres de creme de leite

• 1colher (café) de fermento químico

• 1 pitadinha de sal

Modo de preparo:

É só misturar tudinho. Super fácil não é?

Agora vamos montar as Esfirras?

Divida a massa em 4 bolinhas. Com as pontas dos dedos vá moldando  as bolinhas no formato de esfirras. Coloque o recheio bem no centro e com as costas de uma  colher, de uma amassadinha. Agora é só levar ao forno pré-aquecido,  para assar por  15 minutinhos.

Esta receita rende 4 esfirras.

A concorrência que se cuide!!!

Um abração e até a próxima!!

Na praia…

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Angelino na praia


Os perigos da cozinha.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Os perigos da cozinha.

Cozinha não é lugar para crianças pequenas, principalmente durante o preparo das refeições. Mantenha a porta fechada ou coloque cercas apropriadas para bloquear o acesso.

Caso o adulto esteja sozinho com a criança em casa e precise cozinhar, o mais indicado é utilizar cercadinhos, de preferência fora da cozinha.

Adquira o hábito de cozinhar utilizando as bocas de trás do fogão, sempre com os cabos das panelas e frigideiras voltados para dentro. Isso evita  que as crianças alcancem e o conteúdo quente caia sobre elas.

A partir dos 10 anos, já é possível ensinar para as crianças os perigos da cozinha e também a fazerem suas primeiras experiências culinárias (amassar ou espremer uma fruta, por exemplo). E depois dos doze, deixe as crianças soltarem a imaginação na cozinha e revelar seus dotes, mas sempre com a supervisão de um adulto responsável.

Afogamentos. Todo cuidado é pouco.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Afogamentos

Afogamentos são a segunda principal causa de mortes de crianças no Brasil. Eles acontecem não só em praias, represas, rios e lagos, mas também em piscinas, banheiras, baldes e até em vasos sanitários. Crianças pequenas têm a cabeça mais pesada em proporção ao corpo, o que significa que não possuem força suficiente nos braços para elevar a boca e as narinas em busca de ar. Isso explica por que muitos bebês se afogam. Bastam menos de 3 cm de água para que o pior aconteça.

Jamais deixe uma criança sozinha na piscina ou banheira, mesmo que seja para atender a porta ou o telefone.

Esvazie baldes, banheiras e piscinas infantis e guarde-os sempre virados para baixo.

Mantenha as portas de banheiros fechadas, bem como as tampas de vasos sanitários (de preferência, com travas de segurança).

Férias no parquinho.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

ArtparkDurante as férias escolares, os parquinhos são bons aliados dos pais, onde as crianças podem gastar muita energia em forma de brincadeiras e até fazer novos amigos. Mas é preciso tomar alguns cuidados para evitar acidentes. Veja aqui algumas dicas da Criança Segura e boa diversão!