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		<title>CRIANÇA SEGURA não recomenda uso do regulador para cinto de segurança.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 10:41:28 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/Picture-4.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-821" title="Cinto de segurança" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/Picture-4-150x150.png" alt="Cinto de 3 pontos" width="150" height="150" /></a>A  ONG CRIANÇA SEGURA alerta: o regulador adapta o tamanho do cinto à  altura da criança, mas não deve ser utilizado como item de segurança.  Esses equipamentos não são certificados, portanto não têm nada que  comprove que vão proteger a criança em uma colisão, além de elevarem o  cinto na barriga da criança podendo causar lesões graves.</p>
<p>O uso do assento de elevação (ou booster) é a única forma segura de transporte de crianças de 18 a 36 Kg (aproximadamente 4 a  10 anos) no veículo. Este equipamento foi projetado para elevar a  criança proporcionando a altura adequada para que o cinto de segurança  do veículo possa exercer sua devida função de retenção no caso de um  acidente. O assento de elevação é um equipamento testado e certificado  para este fim. O regulador de cinto de segurança automotivo é utilizado  para regular a altura do cinto de acordo com a altura da criança, mas  não pode ser utilizado como equipamento de segurança nem deve substituir  o uso do assento de elevação.</p>
<p>Apenas quando a criança tiver mais de 36 Kg e 1,45m, estará com a estatura correta para o uso do cinto de segurança do próprio veículo.</p>
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		<title>Educação, palmadas e lei.</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 21:09:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não se educa por decretos e nem por leis. As leis existem para organizar o que a sociedade não está conseguindo fazer. Se as leis forem cumpridas e as pessoas educadas, não se precisará punir ninguém&#8230; Utopia, eu sei! Mas é possível bem viver sem uma?
O governo está propondo a modificação no artigo 18 do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se educa por decretos e nem por leis. As leis existem para organizar o que a sociedade não está conseguindo fazer. Se as leis forem cumpridas e as pessoas educadas, não se precisará punir ninguém&#8230; Utopia, eu sei! Mas é possível bem viver sem uma?</p>
<p>O governo está propondo a modificação no artigo 18 do Estatuto da Criança e do Adolescente, tornando crime dar palmadas com a intenção de educar crianças. Essa medida é, no mínimo, ingênua, posto que já possuímos legislação suficiente para punir pais violentos e educadores que maltratam suas crianças.</p>
<p>Diante de tantos acontecimentos que têm sido propalados pela mídia, outros projetos de lei surgem e  intentam punir com mais rigor, por exemplo, maus-tratos contra idosos e brigas em estádios de futebol. Esse movimento mostra-nos a necessidade do cumprimento das leis e de mais  intervenções educativas. As histórias que nos assolam corroboram a necessidade de medidas sociais mais intensas e mais significativas. Porém, volto a afirmar, educação acontece na tomada de consciência, acompanhada de uma informação que se transforma em conhecimento, à medida que faz sentido para a pessoa. A lei tende a coibir ou a castigar, mas não educa e não forma cidadãos conscientes.</p>
<p>De que estamos precisando, então? De mais ações educativas, de bons exemplos e de boas informações.</p>
<p>Infelizmente, maus-tratos contra crianças têm sido recorrentes e, mais lamentável é que na grande maioria dos casos, essas ações têm como autores os próprios pais dessas crianças ou ainda, professores e colegas nas escolas.</p>
<p>Como fiscalizar o que acontece dentro de um lar? Como organizar as relações no pátio da escola? Como encaminhar relações que se pautem em respeito ao direito de ser do outro?</p>
<p>Muitos desavisados e maus educados pensam que se “torce o pepino” com agressões físicas, ou ainda, com uma forma mais sutil de violência, porém não menos danosa, que são os xingamentos, as ameaças e as intimidações.</p>
<p>Uma criança precisa de bons modelos e de bons encaminhamentos para melhor proceder. Apontar, corrigir e redirecionar a conduta inadequada é tarefa que se espera de um educador.</p>
<p>Proibir não adianta; apenas cerceia e não muda comportamento. É preciso educar! Precisamos de mais programas e campanhas que informem e encaminhem melhores ações. Não tenho dúvidas de que um pai/mãe/padrasto/madrasta que maltrata seu filho necessita ser punido, assim como, colegas e professores que agridem alunos merecem, igualmente, suas punições. Contudo, eles também precisam de novas oportunidades para se formarem bons pais e bons educadores.</p>
<p>Uma das formas de formar é informar e criar oportunidades de vivenciar novas e boas situações.</p>
<p>A família e a escola são parceiras na formação do cidadão e a escola tem tido o privilégio de ocupar o espaço educativo frente às famílias. Muitas escolas e municípios já desenvolvem programas de formação para pais com resultados animadores. Mas ainda não é suficiente! Precisamos ampliar essa oportunidade de refletir, com as famílias, formas de bem proceder com seus filhos. A violência é parceira da ignorância e da falta de melhores oportunidades.</p>
<p>Não podemos fechar os olhos e ignorar o nosso papel social de educadores.</p>
<p>A palmada humilha e a lei castiga o infrator; ambas, portanto, não educam!</p>
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		<title>Acentos para crianças não serão obrigatórios para veículos fabricados antes de 1998.</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 20:15:30 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A nova lei de transporte de crianças com dispositivos de segurança,  na faixa etária dos 4 aos 7 anos e meio, não vai se aplicar aos veículos  que possuem cintos de segurança com apenas dois pontos, a  maioria fabricada até 1998. A orientação é que não sejam aplicadas  multas nesses casos, segundo o Departamento Nacional de Trânsito  (Denatran).</p>
<p>De acordo com o órgão, esses veículos de passeio não serão obrigados a  colocar o assento para transporte de crianças, conforme lei que entra  em vigor amanhã em todo o País. As crianças deverão ser transportadas  apenas com o cinto de segurança de dois pontos, colocado na região  abdominal, segundo orientação do Denatran.</p>
<p>A exclusão se deu devido à inexistência de produtos certificados pelo  Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial  (Inmetro). Em 1998, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou  que veículos produzidos a partir de 1 de janeiro de 1999 no Brasil  deveriam ter cinto de três pontos nos assentos dianteiros e nos assentos  traseiros laterais, por conta da falta de segurança dos dispositivos de  dois pontos.</p>
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		<title>Sem cara de saudável.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:22:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabe aquelas cenourinhas, uma das poucas opções saudáveis nas redes de fast food? Aquelas que você também encontra nos supermercados, mas em embalagens pouco atraentes? Pois a Crispin Porter + Bogusky está envolvida em uma campanha de USD 25 milhões nos EUA para deixar as tais cenouras com um ar &#8220;cool&#8221;. Como? Fazendo com que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-91.png"><img class="alignright size-medium wp-image-809" title="Cenouras" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-91-300x166.png" alt="junk food" width="300" height="166" /></a>Sabe aquelas cenourinhas, uma das poucas opções saudáveis nas redes de fast food? Aquelas que você também encontra nos supermercados, mas em embalagens pouco atraentes? Pois a Crispin Porter + Bogusky está envolvida em uma campanha de USD 25 milhões nos EUA para deixar as tais cenouras com um ar &#8220;cool&#8221;. Como? Fazendo com que se pareçam com junk food. Ideias para isso incluem embalagens com cara de Doritos, vendas através de vending machines, outdoors irreverentes e comerciais em que as cenourinhas são vistas como algo futurista e até mesmo sexy.</span></p>
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		<title>Crianças sofrem mais acidentes em casa do que na rua.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:11:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita em cinco capitais brasileiras revela que 52% das mães  acreditam que os filhos correm mais risco de sofrer um acidente nas  ruas. Mas a verdade é outra: a casa é mais perigosa para crianças e  adolescentes de até 14 anos. Confira nessa matéria do Fantástico.


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1616170-15605,00-CRIANCAS%20SOFREM%20MAIS%20ACIDENTES%20EM%20CASA%20DO%20QUE%20NA%20RUA.html"><img class="alignleft size-medium wp-image-804" title="Fantástico" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-83-300x225.png" alt="Acidentes domésticos" width="300" height="225" /></a>Uma pesquisa feita em cinco capitais brasileiras revela que 52% das mães  acreditam que os filhos correm mais risco de sofrer um acidente nas  ruas. Mas a verdade é outra: a casa é mais perigosa para crianças e  adolescentes de até 14 anos. Confira nessa <a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1616170-15605,00-CRIANCAS%20SOFREM%20MAIS%20ACIDENTES%20EM%20CASA%20DO%20QUE%20NA%20RUA.html">matéria</a> do Fantástico.</p>
<p><a href="http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1616170-15605,00-CRIANCAS%20SOFREM%20MAIS%20ACIDENTES%20EM%20CASA%20DO%20QUE%20NA%20RUA.html"><br />
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		<title>Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 02:16:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pelo segundo ano consecutivo, a ONG Criança Segura promove no dia 30 de agosto o Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças para ampliar a discussão sobre o tema. Algumas organizações, instituições e movimentos já aderiram e estão fazendo a sua parte. Você também pode ajudar. Uma maneira muito simples é divulgar para todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, a ONG Criança Segura promove no <strong>dia 30 de agosto</strong> o Dia da Prevenção de Acidentes com Crianças para ampliar a discussão sobre o tema. Algumas organizações, instituições e movimentos já aderiram e estão fazendo a sua parte. Você também pode ajudar. Uma maneira muito simples é divulgar para todos os pais amigos as <a href="http://angelino.com.br/blog/aprenda-a-prevenir/">dicas de prevenção</a> do Angelino.</p>
<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-71.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-793" title="Angelino" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-71-300x285.png" alt="Dicas de prevenção" width="300" height="285" /></a></p>
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		<title>Ministério Público quer caderinhas em vans e táxis.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 01:46:06 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-61.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="Van escolar" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-61.png" alt="Vans " width="269" height="191" /></a></p>
<p>O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ontem uma ação civil pública,  com pedido de liminar, para que o Conselho Nacional de Trânsito  (Contran) seja obrigado a regulamentar, ainda que de forma educativa e  temporária, o uso de cadeirinhas no transporte escolar e em táxis. Esses  veículos ficaram de fora da resolução que obriga a instalação de  dispositivos de segurança para crianças de até 7 anos e meio e entra em  vigor no dia 1º.</p>
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		<title>Agora é pra valer. Crianças no carro, só de cadeirinha.</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 01:26:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A lei que regulamenta o uso de cadeirinhas adequadas para a idade e  altura da criança entra em vigor na próxima quarta-feira (1º) quando  CET e Polícia Militar iniciam a fiscalização. A multa é de R$ 191,54,  com sete pontos na carteira.
A CET informou que os 2.450 agentes de trânsito foram treinados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-4.png"><img class="alignright size-medium wp-image-786" title="Bebê conforto" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-4-300x224.png" alt="Cadeirinha" width="300" height="224" /></a>A lei que regulamenta o uso de cadeirinhas adequadas para a idade e  altura da criança entra em vigor na próxima quarta-feira (1º) quando  CET e Polícia Militar iniciam a fiscalização. A multa é de R$ 191,54,  com sete pontos na carteira.</p>
<p>A CET informou que os 2.450 agentes de trânsito foram treinados para  observar se as crianças estão dispostas no banco traseiro e de acordo  com as regras estabelecidas na resolução. Eles serão obrigados a  descrever no auto de infração a situação: &#8220;criança no colo de adulto&#8221; ou  &#8220;criança pequena/grande para a cadeirinha&#8221;, por exemplo.</p>
<p>No caso de motocicletas, motonetas e ciclomotores, o Código de Trânsito  Brasileiro estabelece que somente poderão ser transportadas nesses  veículos crianças a partir de sete anos de idade e que possuam condições  de cuidar de sua própria segurança.</p>
<p>Essas regras não se aplicam aos veículos de transporte coletivo, aos de  aluguel, aos táxis, aos veículos escolares e aos demais veículos com  peso bruto total superior a 3,5 toneladas.</p>
<p>Dados do Insurance Institute for Highway Safety -instituto norte-americano para segurança no trânsito &#8211; indicam que  crianças colocadas em cadeirinhas do tipo bebê-conforto atadas ao cinto  têm 80% menos risco de sofrer lesões em caso de acidente. Crianças de 2 a  6 anos em cadeirinhas tem propensão 28% menor de terem ferimentos  fatais do que as que usam apenas cinto de segurança. Entre 4 e 8 anos,  crianças instaladas em boosters &#8211; assentos elevados &#8211; têm 45% menos  risco de ficarem feridas do que as que usam apenas cintos de segurança.</p>
<p>Para aprender como transportar corretamente crianças nos carros, faça aqui uma <a href="http://crianca-segura.ning.com/profiles/blogs/destaques-1">aula virtual</a> no site da Criança Segura.</p>
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		<title>As normas aplicáveis em casos de maus tratos.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 16:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bettinabulzico</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Maus tratos, como violência física e psicológica, abandono e negligência, representaram no ano de 2009 cerca de 1.113 denúncias perante o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual a Crianças e Adolescentes – Disque 100. Os autores das agressões podem estar bem mais perto do que se imagina. São pais, padrastos, avós e outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maus tratos, como violência física e psicológica, abandono e negligência, representaram no ano de 2009 cerca de <strong>1.113 denúncias</strong> perante o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual a Crianças e Adolescentes – Disque 100. Os autores das agressões podem estar bem mais perto do que se imagina. São pais, padrastos, avós e outros parentes que, as vezes, acabam se excedendo na tentativa de corrigir algum comportamento.</p>
<p>Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o artigo 136 do Código Penal são os responsáveis por prever as penas para tais crimes. Para denunciá-los, há quem defenda que os maus tratos devem ocorrer com habitualidade e outros que acreditam que basta ocorrer uma vez. Contudo, tais normas não são suficientes para coibir as agressões. Isso porque, com freqüência, os fatos não são levados ao conhecimento dos Conselhos Tutelares (são subnotificados).</p>
<p>Assim, o cenário permite que a punição aplicada aos agressores seja <strong>leve</strong>. Os condenados acabam submetidos a penas alternativas em juizados especiais, como multas ou entregas de cestas básicas.  Se considerado de menor potencial ofensivo, o crime de maus-tratos tem pena de até 2 anos. Mas em casos de lesão corporal seguida de morte, a pena sobe de 4 a 12 anos.</p>
<p>A legislação existente deve ganhar um reforço com o projeto de lei denominado “<strong>A Lei da Palmada</strong>”, que proíbe beliscões, palmadas e outros castigos físicos a criança. Uma de suas propostas mais interessantes é a de fazer a fiscalização para coibir os abusos dentro de casa. Para tanto, pretende-se capacitar os conselheiros tutelares no intuito de fazer com que as denúncias cheguem até as autoridades competentes. A outra é a própria divulgação da proposta e o debate em torno do conceito de como educar na sociedade atual.</p>
<p>Enquanto a legislação não recebe este reforço, insta frisar que as denúncias a maus tratos podem ser feitas nos <strong>Conselhos Tutelares</strong> ou no <strong>Disque 100</strong>, um número nacional que recebe denúncias de violação de direitos das crianças e adolescentes e pode ser acionado em qualquer lugar do Brasil. O <strong>acompanhamento</strong> das vítimas pode ser feito por intermédio de Centros de Referencia Especializados em Assistência Social (CRAS), bem como por médicos e psicólogos dos hospitais e clínicas da rede pública.</p>
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		<title>Educação para o consumo.</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 13:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa com 600 crianças e adolescentes mostra que a publicidade tem função pedagógica &#8211; e prova que a garotada vê comerciais com um inteligente ceticismo.
A revista Veja publicou os resultados da pesquisa sobre televisão e comportamento realizada pela Turner International do Brasil, responsável pelo canal pago infantil Cartoon Network. A pesquisa recrutou mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Uma pesquisa com 600 crianças e adolescentes mostra que a publicidade tem função pedagógica &#8211; e prova que a garotada vê comerciais com um inteligente ceticismo.</strong></span></p>
<p><a href="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-7.png"><img class="alignleft size-full wp-image-772" title="Família" src="http://angelino.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/Picture-7.png" alt="Educação para o Consumo" width="298" height="231" /></a>A revista <strong>Veja</strong> publicou os resultados da pesquisa sobre televisão e comportamento realizada pela <strong>Turner International do Brasil</strong>, responsável pelo canal pago infantil <strong>Cartoon Network</strong>. A pesquisa recrutou mais de <strong>600 crianças e adolescentes</strong> entre 6 e 15 anos, além de <strong>20 mães</strong> de crianças entre 9 e 11 anos, e desmonta preconceitos bem estabelecidos sobre a relação da garotada com a televisão. A ficção conspiratória da criança manipulável, que se deixa conduzir pela &#8220;propaganda enganosa&#8221;, cai por terra: revelou-se, na verdade, que a meninada desconfia, e muito, das qualidades atribuídas aos brinquedos pela propaganda. &#8220;É uma galera mais esperta do que até seus pais imaginam&#8221;, diz a publicitária Renata Policicio, coordenadora do levantamento.<span id="more-771"></span></p>
<p>Em uma das fases mais importantes da pesquisa, uma série de vinte comerciais foi exibida para 480 crianças que utilizaram o &#8220;trace&#8221; &#8211; uma espécie de mouse que permitia a elas avaliar os filmes enquanto os viam. Depois da sessão, elas ainda responderam a um questionário. Com esses instrumentos, foi possível avaliar quais elementos se mostram mais atraentes para o público infantil (revelações úteis para o mercado publicitário, cliente primeiro da pesquisa da Turner). Na média geral, 59% dos participantes lembraram qual marca estava sendo anunciada em cada propaganda. Mas esse número cresce quando o comercial recorre a certos atrativos. Por exemplo: celebridades ou personagens conhecidos pontuaram alto entre os adolescentes &#8211; as marcas chanceladas por essas figuras foram lembradas por 89% dos jovens de 12 a 15 anos. Mas só funcionam as celebridades com que o público jovem se identifique e que falem a mesma linguagem que ele &#8211; incluindo-se as gírias. Outra descoberta é que tanto as crianças quanto os adolescentes gostam de se ver na TV: marcas anunciadas por atores infantis ou juvenis foram lembradas por 76% do grupo. Também o humor ágil e amalucado, no velho estilo Tom e Jerry, é um ponto de convergência entre as diversas faixas etárias &#8211; funciona com todas elas. Os meninos mais novos, previsivelmente, se entusiasmam diante dos filmes com animação e efeitos especiais. E tanto eles como as meninas pequenas detestam comerciais que os tratem como &#8220;criancinhas&#8221;.</p>
<p>Por mais atraente que seja o comercial, contudo, ele sempre passará por um crivo implacável &#8211; o senso crítico desses jovens espectadores. Aos que creem que crianças são criaturas indefesas diante do bombardeio publicitário, a pesquisa tem uma ótima notícia a dar: mesmo as menores já demonstram um admirável ceticismo. Muitos dos participantes do estudo, por exemplo, declararam duvidar que as celebridades de fato usem os produtos que anunciam. E quase todos disseram que, nos comerciais, os brinquedos parecem melhores e maiores do que de fato são. Ou seja, distinguir ficção de realidade não é problema para essa garotada. Por isso também as mães entrevistadas ofereceram um julgamento surpreendente: o intervalo comercial propicia que se inicie um processo pedagógico valioso. Quando os filhos realmente se interessam por um brinquedo, saem à cata de preços e informações, para negociar com os pais. Os adultos, por sua vez, devem fazer sua parte. Ou seja, devem negociar mesmo, fixando limites e ensinando aos pequenos que os recursos familiares são finitos &#8211; e, por isso, têm de ser distribuídos entre várias necessidades, sendo a diversão uma delas, mas nem sempre a mais urgente.</p>
<p>Outro dado curioso que emergiu da pesquisa é a confiança que as mães depositam na programação infantil, especialmente a dos canais especializados da TV paga. Muitas usaram o termo &#8220;janela&#8221;: atrações de qualidade, na opinião delas, abrem para os filhos perspectivas inéditas sobre o mundo. Por isso, aliás, a maioria delas se preocupa em acompanhar os programas a que os filhos assistem &#8211; para terem a garantia de que a vista da &#8220;janela&#8221; é construtiva. &#8220;Confiro tudo o que meus filhos veem. Acabei até virando fã de algumas atrações&#8221;, diz a dona de casa Luciana dos Santos, que passa a manhã na frente da TV com Rafael. de 8 anos, e Bruna. de 6. É claro que é preciso reservar uma boa porção do dia da meninada para os estudos. para atividades como a leitura e para brincadeiras que gastem um pouco daquela energia irreprimível da infância. Mas não procede a ideia de que a TV seja o poço sem fundo no qual a inteligência e a cultura se perdem para sempre. Os desenhos e os filmes ajudam as crianças a lidar com seus conflitos cotidianos. &#8220;Elas se veem representadas nas angústias dos personagens e. assim. as elaboram melhor&#8221;, diz a psicanalista gaúcha Diana Corso.</p>
<p>A pesquisa vai na contramão de ONGs e políticos que preconizam o controle draconiano sobre a publicidade destinada às crianças &#8211; segundo as propostas mais radicais, carrinhos, videogames e bonecas teriam de ser &#8220;vendidos&#8221; aos pais, não aos pequenos. Há até um projeto de lei nesse sentido tramitando no Congresso Nacional desde 2001 , com o intuito declarado de, nos termos do seu texto, impedir a &#8220;coação ou chantagem para a compra dos bens anunciados, embora desnecessários, supérfluos ou até prejudiciais, além de incompatíveis com a renda familiar&#8221;. O Instituto Alana, ONG de São Paulo, endossou a ideia. Uma pesquisa encomendada pela entidade com 411 pais e mães paulistanos de todas as classes sociais revelou que sete em cada dez pais afirmaram ser influenciados pelos filhos na hora da compra &#8211; e, mais ou menos na mesma proporção, se disseram favoráveis a algum tipo de restrição à publicidade infantil.</p>
<p>O fato, porém, é que esses números não traduzem um cenário sinistro. O objetivo da publicidade é esse mesmo: influenciar consumidores, sejam eles crianças ou adultos. Influência, ao contrário da afirmação esdrúxula do projeto de lei que tramita no Congresso, não é sinônimo de &#8220;coação&#8221; ou &#8220;chantagem&#8221;. &#8220;Esses projetos são primos-irmãos dos piores tipos de censura. Querem colocar as crianças dentro de uma redoma, para que elas cresçam desconectadas da realidade&#8221;, diz o publicitário Washington Olivetto. As crianças brasileiras, ora, têm a sorte de viver em uma sociedade de consumo livre. Basta que aprendam a se mover nela de modo racional &#8211; e a negociação entre pais e filhos ensejada pela publicidade é um passo positivo na formação de consumidores equilibrados. Olivetto, que coordenou para a Turner uma oficina em que as crianças criaram um comercial para incentivar a preservação da água, surpreendeu-se com o bom-senso de seus jovens aprendizes:</p>
<p><strong>&#8220;A criançada é rápida, e não acredita em qualquer coisa&#8221;.</strong></p>
<p>Aos pais que desejariam ver restrições à publicidade infantil, falta apenas informação: a publicidade brasileira já é regida pelo Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar). Embora as determinações do órgão não tenham valor de lei, são sempre adotadas pelo mercado. E se mostram muito efetivas. Em 2006, por exemplo, o Conar estabeleceu que os comerciais devem informar a criança sobre os produtos, mas nunca, jamais, dirigir a ela um apelo direto de consumo. Ou seja, frases como &#8220;diga para a mamãe comprar este brinquedo&#8221; estão banidas. Também se proíbe qualquer elemento do universo infantil, como desenho animado ou gente fantasiada de bicho, na propaganda de bebidas alcoólicas &#8211; bebida não é brincadeira nem deve ser percebida como tal. A regulação final, porém, cabe aos próprios pais: são eles que determinam os programas que os filhos podem ver, o tempo que dedicam à TV, os produtos que podem comprar. Ninguém pode destituí-Ias desse direito e dessa responsabilidade. E a melhor notícia da pesquisa é que, quando eles encampam esse direito e esse dever, todo mundo aprende algo novo &#8211; tanto os filhos como seus pais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Um guia breve para os pais lidarem com os pedidos dos filhos</strong></span></p>
<p><strong>• Não dê tudo o que seu filho quer</strong></p>
<p>A criança que tem tudo não tem mais oportunidade de desejar nada &#8211; e o desejo é fundamental para sua formação. Antes de dar um brinquedo a seu filho, espere que ele realmente o deseje.</p>
<p><strong>• Espere o segundo pedido.</strong></p>
<p>Em vez de atender ao primeiro pedido, dê pelo menos duas semanas à criança para ela se informar sobre o produto. Nesse tempo, é bem provável que esqueça o assunto</p>
<p><strong>• Incentive a doação</strong></p>
<p>Se seu filho pede um brinquedo novo, diga a ele que escolha algum item antigo e já sem uso para dar a alguma instituição</p>
<p><strong>• Seja sincero sobre suas condições financeiras </strong></p>
<p>Não tenha vergonha de dizer &#8220;não tenho dinheiro&#8221;, É saudável, para a educação financeira da criança, que ela saiba dos limites dos pais</p>
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