O convívio com animais de estimação. - Angelino - O Anjinho Distraído
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05 jul O convívio com animais de estimação.

Estudos mostram que o convívio entre as crianças e os animais trazem muitos benefícios para a saúde e para o bem-estar. No entanto, para que esse relacionamento seja prazeroso, é preciso que alguns cuidados sejam tomados, a fim de evitar acidentes.

Confira estas dicas:

• Antes de adquirir um bichinho, pesquise sobre as raças. Dê preferência as mais dóceis e as que se deem melhor com crianças.

• Se o bicho já fazia parte da família antes de a criança nascer, “apresente-o” ao bebê logo nos primeiros dias, para evitar o ciúme. Deixe que ele cheire a criança e, assim, entenda que ela é mais um membro da casa.

• Ensine a criança a brincar com os cachorros! Diga que não se deve incomodá-los quando eles estiverem comendo, dormindo ou com filhotes, e também não a deixe bater no cachorro ou puxar seus pelos.

• Outra dica é explicar que elas não devem seguir o animal, mas sim esperar que ele venha até elas. Correr e gritar próximo a ele também não é o indicado, pois esse comportamento pode estimular uma agressividade predatória.

• Oriente a criança que, para brincar com um cachorrinho na rua, ela deve tomar alguns cuidados: checar se o animal está acompanhado de um dono antes de estabelecer contato com ele, perguntar para o dono se o cão é dócil e se é possível passar a mão nele, e reforçar que ela deve evitar passar a mão na cabeça e no rabo do bicho, bem como abraçá-lo.

• Estimule a criança a conhecer os cachorros do bairro. Ao andar com os pequenos pela rua, ensine que não se deve colocar a mão para dentro dos portões das casas.

• Esteja sempre por perto quando a criança estiver em contato com o cachorro.

• Lembre-se de que os cães precisam ter um espaço só deles, de refúgio, quando não quiserem mais interagir. E é fundamental que a criança aprenda a respeitar esse limite.

• Mantenha as vacinas do animal em dia.

Em casos de mordidas

Caso a criança seja mordida pelo cachorro, deve-se lavar a ferida com água corrente e sabão, elevar o membro atingido e buscar assistência médica (posto de saúde ou hospital). O médico avaliará a necessidade ou não de vacinar a criança contra a raiva. Em geral, ele leva em conta a origem do bicho (se for cão de rua, por exemplo).

A família não é obrigada a se desfazer do animal depois do acidente. Antes de tomar alguma decisão precipitada, convém observá-lo por alguns dias. Se ele estiver dócil, saudável e com as vacinas em dia (principalmente a antirrábica), não há riscos.


Fonte: Criança Segura Brasil


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