Angelino - O Anjinho Distraído | O que o seu filho pode aprender com os Jogos Olímpicos
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14 jul O que o seu filho pode aprender com os Jogos Olímpicos

Os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro já estão bem próximos e a maioria das crianças já estão tendo contato com eles nas escolas, onde estão realizando projetos interdisciplinares para trabalhar questões relativas ao evento.

Listamos o que os pequenos podem descobrir com o maior evento esportivo do mundo. Confira:

Aula de história

É legal frisar o quão longa é a trajetória dos Jogos: estima-se que eles aconteceram na Grécia Antiga entre 776 a.C. e 393 d.C. como uma competição dedicada aos deuses do Olimpo e também de culto às qualidades físicas do corpo. Na época, eram praticados corrida, salto, lançamento de disco, luta, boxe, pancrácio (uma espécie de arte marcial com a qual diz-se que Teseu derrotou o Minotauro na mitologia grega) e corridas a cavalo. Assista o atletismo e pentatlo moderno com as crianças e explique como aqueles são os esportes olímpicos mais antigos do mundo. Aponte a Grécia no mapa para ensinar que a primeira edição moderna dos Jogos foi realizada em 1896 em Atenas, na época com apenas 13 países participantes.

Amor pelo esporte

Esse é um momento propício para refletir junto aos pequenos sobre a importância do esporte para nossa saúde e bem-estar, além de conhecer novas modalidades que eles não têm muito contato como rúgbi, saltos ornamentais e hóquei sobre grama. Assistir às competições pode incentivar o interesse pelo assunto e, quem sabe, gerar futuros atletas. “Quando eu era criança, vibrar durante as Olimpíadas com o Gustavo Borges no pódio me inspirava a querer treinar e viver aquilo também”, diz o nadador Leonardo de Deus, nascido em Campo Grande (MS), indo para a sua segunda participação em Jogos Olímpicos.

Orgulho nacional

Explique quão marcante é para o Brasil receber um evento dessa grandiosidade e de como é feita uma seleção rigorosa entre as cidades que desejam sediar os jogos. Nos tempos difíceis que vivemos, é um bom momento para exercer o patriotismo: torcer, vestir verde e amarelo e lembrar de nossos ídolos do esporte. E também explorar outras disputas, além do futebol, nas quais nos destacamos como vôlei, vôlei de praia, ginástica artística e rítmica, natação, vela, judô e tiro com arco.

Paraolímpicos (ou paralímpico, segundo recomendação do Comitê Internacional).

Não deixe de prestigiar os Jogos Paralímpicos , que acontecem entre 7 e 18 de setembro. Mostre as modalidades praticadas, como basquete em cadeira de rodas e futebol para deficientes visuais (jogado com uma bola sonora). Descubra histórias inspiradoras de alguns dos atletas e compartilhe com seus filhos, como a do nadador paulista Daniel Dias, que nasceu sem os pés e as mãos e conseguiu seis medalhas de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012. É uma boa oportunidade para desenvolver respeito às diferenças e falar de superação e limites do corpo.

A união faz a força

A relação com o outro está em foco a todo o momento nos jogos. Insista em como o trabalho do time, em especial em esportes como remo e revezamento, precisa estar em perfeita sintonia para que se vença. “É legal mostrar que mesmo em esportes individuais há uma equipe por trás do atleta, ele não chegaria ali sozinho”, aponta Alexandre Calixto, coordenador de esportes do Colégio Porto Seguro, de São Paulo.

Valores humanos

Compromisso, disciplina e persistência também estão sempre em jogo durante as Olimpíadas: dá para conversar sobre o quanto atletas precisaram de treino e dedicação para chegar onde estão. Aí entra, ainda, a questão do ganhar e perder: explique como, mesmo treinando duro, nem sempre conquistamos a vitória. Mostre que ambos os times se esforçaram, mas só um pode chegar ao topo do pódio: o que importa é a competição e como eles aprendem e crescem com ela. É um terreno fértil para discutir tanto a humildade de quem vence quanto o respeito à vitória do outro.

O mundão lá fora

Tenha um mapa-múndi sempre à mão: são 206 países participando este ano, ou seja, boa hora para indicar aqueles lugares dos quais as crianças ouvem falar pouco, como Nigéria, Jamaica e Nova Zelândia. É um momento simbólico para entender o quão grande é o mundo, com sua pluralidade de culturas e etnias, e como é importante o respeito e a compreensão. Dá também para relacionar os esportes aos lugares (no Quênia, há uma tradição em corrida, no Japão, em tênis de mesa, nos Estados Unidos, em basquete) e brincar de adivinhar de que país é cada bandeira.

Sintonia com a escola

É comum que na sala de aula estejam sendo adotados projetos interdisciplinares voltados ao evento, ainda mais este ano quando o recebemos em território nacional. Participe das atividades propostas e complemente-as respondendo às dúvidas que possam surgir durante as competições.


Fonte: Revista Crescer


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