O que pode ocasionar as bolinhas e coceiras nas dobrinhas do Bebê? - Angelino - O Anjinho Distraído
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19 jul O que pode ocasionar as bolinhas e coceiras nas dobrinhas do Bebê?

Algumas vezes nossos bebês, cheios de dobrinhas e sorrisos, aparecem com o rostinho vermelho e irritado. Depois, surgem as bolinhas nas dobrinhas e você logo pensa em alergia.

Identificar os causadores de irritações na pele dos bebês e crianças não é tarefa fácil. Por isso, temos que ficar de olho e levar a criança para uma avaliação pediátrica para termos a noção correta de qual tipo de dermatite estamos lidando.

Cerca de 15% da população mundial sofre de dermatite atópica e, muitas vezes, ela simplesmente não é diagnosticada ou é confundida com alergias específicas causada por alguns produtos ou tecidos.

Para conseguir deixar o seu pequeno livre deste incômodo, é preciso entender o que é a dermatite, como ela é causada e, especialmente, como evitar e controlar as crises.

1 – Como descobrir se é ou não é dermatite?

A primeira coisa a fazer é observar a vermelhidão e as bolinhas. A dermatite costuma “dar as caras” logo nos primeiros meses de vida do bebê, justamente por causa de suas peles super delicadas, confundimos a “danada” com alergia de tecidos, fraldas ou cremes.

As bolinhas da dermatite aparecem primeiro no rosto do bebê, depois na barriga e nas coxas e só então nas dobras dos braços, atrás dos joelhos, pescoço e nuca. A criança não fica com o corpo inteiro cheio de bolinhas, elas aparecem nestes lugares específicos e causam coceiras, irritação e mais nenhum outro sintoma associado como febre, diarréia, vomito, apatia etc.

Para ter certeza que as bolinhas do seu bebê ou criança são dermatite, consulte o seu pediatra ou dermatologista.

2 – O que causa a dermatite atópica?

Na verdade, não existe uma causa específica e nem se sabe ao certo como ela se originou. O que se sabe é que ela é uma doença hereditária crônica e não contagiosa, que pode aparecer ou piorar em crises causadas por condições emocionais e ambientais.

3 – Dá para evitar a dermatite?

Não tem como evitar! Se a mãe ou o pai da criança tiverem qualquer tipo de alergia ou doença respiratória, as chances da criança também ter aumentam em até 50%. Por isso, a única coisa que se pode fazer é aprender a controlar as crises.

4 – E como tratar e controlar estas crises?

Alguns fatores são conhecidos como causadores de crises, são eles:

• poeira e ácaros,
• detergentes e produtos de limpeza;
• lã e tecidos sintéticos;
• temperaturas baixas e frio intenso;
• altas temperaturas e suor;
• pele seca;
• alguns tipos de alimentos;
• infecções e estresse emocional.

Todo mundo que sofre com algum tipo de alergia, seja alimentar ou de tecidos, cheiros e afins sabe que para descobrir quem é o causador das crises é preciso muita observação. Então, se você notar bolinhas no bebê ou criança, a primeira coisa a fazer é uma lista com os tecidos que ele teve contato, as comidas e bebidas que ingeriu e observar o lado emocional dele.

Somente com esta observação bem detalhada e a experimentação de possibilidades é que será possível identificar e afastar estes causadores de crises no dia a dia do seu pequeno.

Mas é possível tomar algumas precauções simples:

• evite produtos de limpeza com cheiros muito fortes no ambiente da criança, prefira os neutros;
• retire pelúcias, tapetes, cortinas e outros acumuladores de poeiras;
• mantenha a pele da criança sempre hidratada aplicando cremes e loções de alto poder de hidratação sempre após o banho;
• prefira tecidos naturais e respiráveis que não causem muita transpiração ou atrito com a pele da criança;
• tenha uma pomada ou creme de emergência para aplicação em casos de crise, que alivia a irritação causada pela coceira e ajuda a controlar a crise devolvendo a saúde da pele na região afetada. As pomadas imunomoduladoras são muito boas e tem menos efeitos colaterais. Converse com seu médico sobre a possibilidade de usar este medicamento, indicado para crianças e adultos.

Saiba também que nem tudo é má notícia! Conforme as crianças crescem, as crises tendem a diminuir e apenas 40% dos pacientes adultos continuam a apresentar sintomas!


Fonte: Bagagemdemae.com.br


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