Os perigos atrás da tela. - Angelino - O Anjinho Distraído
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Os perigos atrás da tela.

12 set Os perigos atrás da tela.

As redes sociais nasceram com a função de aproximar pessoas, criar novos contatos e, em última análise, fazer amigos. Mas isso não se aplica às crianças. Excluindo as redes focadas no público infantil, com conteúdo exclusivo e permissão de acesso dada pelos pais, as redes sociais são proibidas para menores de 13 anos. Ou seja, a criança precisa necessariamente mentir a idade para abrir um perfil nas principais redes sociais, como o Facebook, por exemplo. Alguns perfis são, inclusive, abertos para os menores pelos próprios pais, ou com o consentimento do responsável, sem que sejam considerados os riscos e perigos que se escondem atrás das telas. A internet está recheada de conteúdo infantil de qualidade para entreter e educar, mas é preciso que os pais acompanhem de perto as atividades dos filhos, com a supervisão direta ou visitas frequentes ao histórico de navegação dos pequenos. Recursos como Parental Control são recomendados, mas não exclui a atenção dos pais nos hábitos digitais das crianças. Conheça alguns riscos:

Pedofilia na rede:

A internet se transformou numa grande ferramenta para pedófilos. Eles povoam as redes sociais e aplicativos de chat, muitas vezes se passando por outras crianças. Para evitar que seus filhos se transformem em vítimas desses abusos, oriente as crianças desde cedo a não conversar com estranhos na internet e reportar a você qualquer tipo de abordagem de pessoas, marcas ou personagens infantis. Recomende que nunca mandem fotos ou abram a webcam para pessoas que não conheçam, nem passe o endereço ou marque encontros físicos, mesmo em locais públicos. Qualquer estranho que peça informações pessoais para crianças na internet é suspeito e precisa ser denunciado.

Rastreabilidade:

Muitos aplicativos de chat ou redes sociais fornecem automaticamente a localização do usuário. Não bloquear essas funções pode expor perigosamente as crianças, fornecendo o endereço de casa, da escola, de locais que frequentam ou em que estão presentes naquele momento, deixando-as vulneráveis a abordagens e até sequestros.

Cyberbullying: 

O bullying virtual se transformou numa prática frequente, que tem despertado a preocupação de autoridades, professores e pais. Converse com seus filhos a respeito. Procure saber se eles estão sendo vítimas de alguma ação conjunta de colegas ou, pior, se estão participando de grupos de conversa ou publicando agressões de qualquer espécie contra outras crianças. É importante que elas saibam que, além de cruel, este tipo de ação é crime previsto no Código Penal e os adultos (pais, professores, diretores de escolas) podem ser responsabilizados.

Golpe:

O que não falta na internet são pessoas de má fé tentando obter vantagens financeiras por meio de truques e fraudes. Neste sentido, as crianças são os alvos preferidos. Não forneça o número de seu cartão de crédito para as crianças, nem permita que comprem nada na internet sem o seu consentimento. Alguns jogos de azar também são oferecidos de forma aparentemente inocente, como se fossem simples entretenimento.

Enfim, são muitos os riscos que envolvem as crianças na internet. O fundamental é estar sempre de olho.

 

 

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